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Mostrando postagens de Junho, 2015

Alfabe(R)to....incompleto!!!

Pensando bem... Onde você esteve por todo este tempo? Não é mais uma perguntinha de amor eterno, de clichês formados e reformados. Onde você esteve por todo este tempo? Quando eu me senti sozinha... Quando eu precisei de você... Quando eu te chamei inúmeras vezes... Quando... Ah, docinho! Onde você andou enquanto eu te procurava? Onde você se escondeu enquanto o celular tocava? Quantas vezes me ignorou? Quantas inúmeras vezes, me deixou falando sozinha e sozinha... E saiu..sumiu, deu perdidos e vácuos... Longos perdidos. Incontáveis vácuos. Você mal me respondia e quando o fazia, era algo nada a ver com o que eu falava ou pensava. Você sempre saía pela tangente... Fingindo não receber as mensagens perdidas. Omitindo respostas que você sabia que eu não gostaria de ler. Onde você esteve por todo este tempo, moço? Baladas? Mulheres sorridentes que brilhavam nas fotos estampadas na tela morta? Trocas mal feitas, meu bem! O vídeo game. A tv sem programação. Panicats? Desenhos? Lanchonete com Rubonas, cafonas, traição…

Citação...

Carpinejar...

Amor é o que fica depois do desespero. Amor é o que fica depois da vingança. Amor é o que fica depois da solidão. Amor é o que fica depois das brigas. Amor é o que fica depois da bebedeira.
Amor é o que fica depois das fofocas. Amor é o que fica depois das dúvidas.
Amor é o que fica depois do orgulho. Amor é o que fica depois dos gritos. Amor é o que fica depois dos erros. Amor é o que fica depois da cobrança. Amor é o que fica depois do cansaço.
Amor é o que fica depois de ir embora. Amor é o que fica depois de tudo.

Não finja que ele não é nada!!!!

        Fabrício Carpinejar...

Já...

Já estive bem melhor. Já sonhei tão alto que pude tocar as estrelas que salpicavam o céu negro. Noite turva.
Já estive bem melhor. Meu sorriso quase parecia verdadeiro. Já senti a felicidade, brevemente. Dia estranho.
Já estive bem melhor. Já senti o melhor abraço do mundo, em mim. O doce tirar os pés do chão. Madrugada fria.
Já estive bem melhor. Sem amanhã, sem preocupações... Só ali, com você! Momento triste.
Já estive bem melhor. Coração carregado de sentimentos, esperança. Já amei e fui amada. Instante. Vazio.
Já estive bem melhor. Já dei bom dia ao vento, já cantei com os passarinhos. Já flutuei no som da guitarra chorona. Ilusão.
Já estive bem melhor. Acreditei em fantasias. Vivi conto de fadas, inexistentes. Utopia.
Já estive bem melhor. Já dancei na chuva, já corri nas brincadeiras de infância. Já pedi, implorei... Morri.
Já estive bem melhor.
Quando ainda tinha um coração dentro de mim!!!!

                        Já estive bem melhor...

Inverdades...

As vezes me pergunto porque estar com você.
Por que amá-lo da forma que amo..e por vezes, muitas vezes, sentir-me tão amada por você.
Menino mimado, folgado, cheio de vontades.
Manda, desmanda...
E eu?
Obedeço..finjo que aceito, finjo que acredito, finjo que quero.
Pra evitar brigas, pra poupar-me de discussões onde só eu perco?
Ou ambos perdemos?
Não sei responder.
As vezes, muitas vezes, te odeio tão forte que dói.
Em outras, te amo tão intensamente, que dilacera meu coração.
Você faz pedidos insanos, bate o pé tal qual criança birrenta.
Eu brigo, xingo, luto..e cedo.
Não sei ser eu ao teu lado.
Me anulo, me desfaço, me perco de mim mesma.
Amor doentio?
Quantas perguntas sem respostas.
Quantas vontades atendidas, renegadas, negadas, cedidas.
Nunca chegamos de fato a concordar um com o outro.
Sempre diferentes, sempre opostos.
Sempre com verdades verdadeiras, infundadas, sentidas.
Dois teimosos...
Signos?
Destino?
Carma?
Ah...quantas perguntas!
Que você faz e eu respondo.
Quantas respostas eu dou e você nem pe…

Citação...

Pedacinhos...

Pedacinhos...

Do Nascer ao Pôr do Sol...

Sinto sua falta. Não saudade. Falta mesmo. Dolorida e sentida a cada instante. Desde que o sol nasce, até ele se pôr na tarde que esfria.
Sinto sua falta. Nas músicas escolhidas a dedo. Nas dedicações desenfreadas e sem vergonha. Na sua presença constante e irritante. Desde que o sol nasce, até ele se pôr na tarde que escurece.
Sinto sua falta. Das palavras doces e bobas. Dos erros de escrita, sempre sorridos e não vistos. Do teu jeito tolo e infantil. Da tua maneira nada sutil de provar que me amava. Desde que o sol nasce, até ele se pôr na tarde que entristece.
Sinto sua falta. Da sua loucura insana. Do seu aparecer a todo momento. De você inteiro, de te sentir meu. De você, simplesmente. Desde que o sol nasce, até ele se pôr na tarde que adormece.
Sinto sua falta. De como éramos, de como você se importava. De como sentíamos um ao outro, de como você me amava. De como nos amávamos, de como você me demonstrava. Segundo a segundo, momento a momento. Desde que o sol nasce, até ele se pôr na tarde que não existe…

Pedacinhos...

Pedacinhos...

Pedacinhos...